A amnésia seletiva do PT

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O melhor do PT — e da esquerda brasileira, de modo geral — é a amnésia seletiva, os esquecimentos propositais. O que seria da vergonha pública se eles não fossem assim?

Hoje, eles ululam na imprensa e nas redes sociais, tal qual vestais, acusando o ministro Sérgio Moro e o procurador Deltan M. Dallagnol de atuarem em conjunto na condenação de criminosos de colarinho-branco e berram feito bestas pela nulidade dos processos por “falta de imparcialidade”.

Vamos refrescar a memória dessa turma?

Em 2016, o então presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, na condição de máximo juiz, comandou a sessão do Senado Federal que cassou o mandato de Dilma Rousseff.

Na ocasião, Lewandowski reuniu-se a portas fechadas com Renan Calheiros e com senadores aliados à Dilma para discutir uma estratégia para aliviar a barra da líder petista e permitir sua candidatura nas Eleições 2018. A decisão foi pelo bizarro fatiamento da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 com a finalidade de garantir que Dilma perdesse o mandato, mas não perdesse seus direitos políticos. Acabou derrotada pelas urnas.

A foto que ilustra este post revela um desses momentos de “articulação”, evento que deixou nove em cada dez juristas brasileiros boquiabertos.

Agora vejam… os mesmos que hoje cobram imparcialidade de Sérgio Moro são aqueles que aplaudiram com veemência a parcialidade de Ricardo Lewandowski em 2016.

No fim das contas, aos canalhas resta apenas o oportunismo. Tudo mais — moral, ética, responsabilidade e até inteligência — eles já deixaram pelas beiras do caminho nauseabundo que percorrem.

Daí, eles acham que nós esquecemos… tsc tsc tsc

#EuApoioALavaJato

Helder Caldeira

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