A direita não quer acabar com as universidades federais, ela quer salvá-las!

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Tive o privilégio de aceitar o convite de um professor da UnB, para testemunhar e documentar, o nascimento de um movimento poderoso que surge dentro das universidades federais. Um grupo de professores universitários diferentes do estereótipo que costumamos ver divulgados na mídia, são liberais econômicos, conservadores, Olavistas, Bolsonaristas e todas as vertentes que possam compor a ala direita da política brasileira.

O grupo idealizado por Marcelo Hermes Lima, Doutor em Ciências Biológicas e professor na Universidade de Brasília (UNB), já encontrou vozes consonantes em todos os estados do país, nas mais diversas Universidades Federais e também encontrou o apoio de “jornalistas de direita”, os raros que encontraram espaço na grande mídia e conseguiram se fazer ouvir, ocupando locais importantes em veículos de comunicação de muito alcance e prestígio.

Ao questionar o grupo como eles gostariam que fossem retratados no meu texto, alguns usaram termos como “conservadores”, ou, “de direita”, mas um termo que agradou a todos foi “professores livres”.

Isso já diz muito sobre eles e sobre o movimento que surge com debates, organização e estatuto.

Os vejo trocando experiências positivas, outras traumáticas ao frequentarem ambientes obviamente de viés socialista/comunista, e a preocupação de todos ao perceberem que por interesses políticos, estão jogando a Universidade contra a sociedade e vice versa.

Eles não gostam de ver a opinião pública contra as universidades, são cientes de que há muito trabalho bem feito e que, como em todas as instituições em que a esquerda interfere, a polêmica e os exageros fazem parte da estratégia da militância, chamar atenção é compreensível, mas o limite foi ultrapassado há muito tempo e o que deveria ser transgressor e revolucionário, acabou se transformando em “mais do mesmo” e perdeu o seu maior sentido: O de revolucionar! De mudar as estruturas para que haja melhorias na qualidade do ensino; hoje vemos grupos de “jovens revolucionários” lutando para deixar tudo como está.

Os professores livres não permitirão que desconfigurem as universidades e muito menos que as fechem, estão prontos para debater ideias tanto com a esquerda, quanto com a direita, com a comunidade acadêmica, com a sociedade e com o governo, para que as instituições de ensino federais cumpram seu papel principal que há tempos foi esquecido.

O papel da Universidade pública é usar o dinheiro de pessoas que nunca frequentaram ou conseguiram pagar universidade aos filhos, para investir em outras pessoas para que essas estudem, pesquisem e criem algo que ajude a população que pagou por esse conhecimento, ou seja, é evidente que se espera mais de um universitário federal do que estamos recebendo ultimamente.

Nunca se pesquisou tanto! Nunca se investiu tanto para que nos tragam melhorias nas áreas da medicina, da produção industrial, da agricultura, da tecnologia e da própria educação, mas o que vimos são títulos absolutamente desinteressantes.

Não vou entrar nessa esfera porque nada do que eu pudesse escrever superaria o estudo do próprio Marcelo Hermes Lima que pesquisou o impacto das pesquisas brasileiras no desenvolvimento de alguma área; nem as menções aos textos são significativas, ninguém os leem, se os leem, não concordam e se concordam não os citam como referência por algum motivo que podemos supor lendo o estudo do professor nesse link:

https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/tamanho-nao-e-documento-nossas-universidades-produzem-milha…

O Governo Federal não conseguirá fechar nenhuma universidade (como propaga criminosamente a esquerda), e a esquerda sabe disso! Eles só não contam que o pavor não é pelo fechamento e sim, pela possibilidade iminente de alternância de poder.

Concluo com uma fala autorizada do mestre Rafael de Menezes do curso de Direito da Universidade Católica de PE:

“A direita no Brasil nas últimas décadas ocupou o setor produtivo e deixou o ambiente acadêmico para a esquerda. Assim valores como propriedade privada, trocas, livre comércio, lucro, família, religião, etc., deixaram de integrar a rotina dos estudantes. Como consequência tivemos desde 1994 a esquerda e a centro-esquerda a se revezar no poder. A renovação do Congresso e do Governo ano passado trouxeram novo ânimo aos professores conservadores, em prol dos direitos humanos, afinal é nos países de livre mercado que dois direitos humanos fundamentais (vida e saúde) estão garantidos com mais comida, remédios e longevidade para todos.

O jovem brasileiro pode conhecer Marx, mas agora vai escutar finalmente falar em Mises e optar entre mais Estado ou mais liberdade na sua vida.”

Raquel Brugnera
Jornal da Cidade Online


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