ACORDO BACANA: KÁTIA ABREU RETIROU A ASSINATURA DA CPI DA LAVA TOGA E STF ARQUIVA PROCESSO CONTRA ELA!

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Segunda Turma do STF arquiva inquérito que investigava Kátia Abreu
Senadora do PDT era investigada pela suspeita de ter recebido R$ 500 mil da Odebrecht por meio de caixa 2. Ministros consideraram que indícios contra ela são frágeis para dar continuidade ao inquérito.

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (11), por três votos a um, arquivar inquérito que investigava a senadora Kátia Abreu (PDT-TO), candidata a vice-presidente da República na chapa de Ciro Gomes (PDT). A investigação apurava denúncia feita por delatores da construtora Odebrecht.
A maioria dos ministros da Segunda Turma considerou que os indícios apresentados pela Procuradoria Geral da República (PGR) são frágeis para assegurar a continuidade da investigação.

Em nota divulgada após o arquivamento do inquérito, Kátia Abreu afirmou que nunca duvidou que “justiça seria feita”.
“A investigação tramita há um ano e meio, mediante sucessivas prorrogações, sem que quaisquer elementos de prova tenham sido apresentados pelos delatores. Sempre tive certeza do arquivamento e nunca duvidei que a justiça seria feita”, escreveu a senadora do PDT no comunicado.

Desdobramento da Operação Lava Jato, o inquérito foi aberto, em março do ano passado, para apurar a suspeita de falsidade ideológica eleitoral, o chamado caixa 2, em razão da suspeita do recebimento de R$ 500 mil não contabilizados para a campanha eleitoral de 2014.

Os valores teriam sido pagos, segundo as delações, por meio do sistema “Drousys”, que registrava o pagamento de propinas, com a identificação do apelido “Machado”.
Kátia Abreu era investigada junto com o marido, o engenheiro Moisés Pinto Gomes, que teria recebido os valores, conforme as delações.

A própria senadora pediu arquivamento do caso por considerar que a investigação durava mais de um ano sem comprovar as informações. Já o Ministério Público queria que o caso fosse remetido para a Justiça Eleitoral porque os fatos foram fora do cargo e não tinha relação com o mandato.

Globo.com

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