Advogado que pedia prisão de Lula é executado com 12 tiros

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O advogado Leandro Balcone, ligado a movimentos contra o governo de Dilma Roussef e defensor activo da prisão de políticos denunciados na Operação Lava-Jato, incluindo Lula da Silva – foi executado no seu escritório com 12 tiros por um indivíduo ainda por identificar.

Leandro Balcone Pereira, advogado criminalista de 35 anos e um dos líderes do “movimento anti-PT” de Guarulhos, no estado de São Paulo, tinha recebido recentemente ameaças por defender publicamente “a prisão do chefe da quadrilha”.

Segundo o testemunho de uma colega do advogado, o suspeito, “um homem branco com cerca de 50 anos, gordo, calvo, que usava óculos e vestia umas jeans e camisa azul”, tinha um encontro marcado com o filho, e apresentou-se no seu escritório como um cliente.

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De acordo com o testemunho da advogada, no decorrer do encontro “teve início uma briga” entre o advogado e o suspeito.

Foram então ouvidos tiros, após o que o suspeito terá abandonado o local, deixando para trás um cenário de terror e o corpo de Leandro Balcone sem vida.

O advogado era um dos principais activistas contra a alegada corrupção no seio do PT da presidente Dilma Rousseff.

No seu ultimo post no Facebook, Balcone comentou a mais recente sondagem eleitoral publicada pelo jornal Folha Metropolitana: “acho que agora acabam as mentiras de alguns”.

Na segunda-feira, Balcone tinha comentado que vinha “sofrendo alguns ataques por ser advogado criminalista e pedir a prisão do chefe da quadrilha…”

Em comunicado enviado à imprensa, o PT de Guarulhos lamenta “a morte trágica e violenta do advogado criminalista Leandro Balcone”.

“O Partido dos Trabalhadores tem como premissa a transformação da sociedade pela disputa no campo das ideias”, refere o comunicado da delegação local do partido.

O caso está a ser investigado pela Divisão de Homicídios de Guarulhos, não estando até ao momento descartada a hipótese de ser tratar de “um crime político”.

No entanto, segundo o Estado de São Paulo, o assassinato poderá estar relacionado com o crime organizado, no âmbito de algum caso em que o advogado criminalista possa ter intervindo.

zap.aeiou.pt

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