ALOU PF! Folha de SP acha normal “pelada com cabeça do Bolsonaro” a “coletivo da arte”

Um adolescente assiste a vídeos do presidente Jair Bolsonaro sentado numa escadaria estampada com um grafite da vereadora assassinada Marielle Franco. Em seguida, o jovem guarda o celular no bolso e sai andando de skate pelas ruas de São Paulo. Ele então chega a um cemitério e retira de um túmulo a cabeça de Bolsonaro enrolada em um saco de lixo, que é usada como bola de uma partida de futebol numa quadra de bairro.

A pelada com a cabeça do presidente é o mais novo capítulo do projeto “Freedom Kick”, ou chute da liberdade, uma ação do coletivo americano de arte de rua Indecline com o artista plástico espanhol Eugenio Merino. A iniciativa promove partidas de futebol amador em que as bolas são réplicas de silicone de cabeças de líderes que o gupo define como populistas -além do brasileiro, já entraram em campo o russo Vladimir Putin e o americano Donald Trump.

Segundo um representante anônimo do Indecline -o coletivo não revela a identidade de seus integrantes-, o futebol tem peso maior do que a religião, globalmente, mesmo fora da época da Copa do Mundo. Além disso, é uma forma de reunir as pessoas, muito importante para famílias inteiras na Europa e nas Américas Central e do Sul. Por isso o esporte foi escolhido para criticar líderes que o grupo considera ousados e descarados, acrescenta.

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