Augusto Nunes arrasa: “A criatividade dos jornalistas funerários”

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Noticiário sobre a covid-19 ensina: 80% valem menos que 20%.

Para aflição dos editores do latifúndio de papel reservado ao coronavírus, não faltaram boas notícias neste 22 de junho, uma segunda. A queda do número de mortes em São Paulo, por exemplo, retirou a maior metrópole do país da lista de epicentros da pandemia. E os casos confirmados já estão abaixo do registrado no restante do Estado.

O Recife tornou-se a primeira capital em que a pandemia entrou na fase de desaceleração. No sábado, as praias foram reabertas para a prática de esportes individuais. Com a curva estabilizada, São Luiz autorizou o funcionamento de bares e restaurantes a partir da próxima segunda-feira.

A pandemia também estabilizou-se em outras cinco capitais: Rio de Janeiro, Belém, Manaus, Fortaleza e Boa Vista. Mas a mais forte candidata à manchete era uma informação de dimensões nacionais: 80% das cidades brasileiras não têm motivos para alarmar-se com o ritmo da pandemia. Quatro em cada cinco.

“É essa!”, certamente berrou uma sumidade do jornalismo funerário a serviço da Folha de S. Paulo. Que em seguida ditou a manchete desta terça-feira, reproduzida no título principal do caderno que torce pelo vírus chinês:

UMA EM CADA 5 CIDADES TEM AVANÇO ACELERADO DE CASOS

R7

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