BANDIDAGEM SE DESPEDE DO BRASIL! Ministros transferem pasta da Justiça para Sérgio Moro

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Moro assume como ministro com carta branca para pôr em prática “padrão Lava Jato”

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, definiu dois planos de ação para colocar em prática sua política de enfrentamento ao crime organizado e à corrupção sistêmica no Brasil.

A equipe tem ordem para enviar ao Congresso, antes dos cem primeiros dias de gestão, o projeto de lei com alterações legais que endurecem penas e aumentam o poder de investigação do Estado e, simultaneamente, dar início à adoção de medidas executivas e operacionais para desarticular facções e frear o crescente poder de organizações criminosas.

O presidente Jair Bolsonaro deu carta branca a Moro para pôr em prática um “padrão Lava Jato” de combate à violência e à criminalidade. E o ex-juiz montou sua equipe com os principais nomes da Polícia Federal nos quatro anos de investigação do escândalo. Com ela, o “modelo Lava Jato” de atuação em forças-tarefa, unindo PF, Receita Federal e Ministério Público Federal no combate ao crime organizado e ao narcotráfico.

O futuro ministro pretende enviar em fevereiro ao Congresso um projeto de lei – com as primeiras e mais simples alterações legais – e viabilizar a edição de medidas do Executivo, como decretos, para dar uma resposta à sociedade já em 2019.

O objetivo da ação em duas frentes é evitar que o “superministério” da Justiça – que incorporou a recém-criada pasta da Segurança Pública, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), antes na Fazenda, e o setor de registros sindicais – fique imobilizado e não consiga executar seu plano “antiviolência” e “anticrime organizado”, diante de uma possível dificuldade no Congresso de aprovação do pacote de alterações na legislação brasileira.

O pacote é considerado essencial para Moro. As propostas são voltadas a duas vertentes: a que trata do narcotráfico, das organizações e facções criminosas e os crimes violentos, como assassinatos, roubos e sequestros, e a dos crimes do colarinho-branco, como corrupção e lavagem de dinheiro.

Entre as medidas que quer ver aprovadas ainda em 2019 estão a alteração nas regras de progressão de pena para encarcerados integrantes de facções, a possibilidade de execução da pena de prisão após decisão dos tribunais do júri, independentemente de recursos, a regulamentação das “operações policiais disfarçadas” para infiltrar investigadores em organizações criminosas e obter provas com colaboradores, entre outras.

Fonte: bandab.com.br


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