Caetano aciona a Justiça para realizar showmícios de Manuela e Boulos

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O cantor e compositor baiano Caetano Veloso recorreu da decisão que o proibiu de realizar live para arrecadar dinheiro para as campanhas de Manuela D’Ávila (PCdoB) e Guilherme Boulos (Psol) às prefeituras de Porto Alegre e São Paulo, respectivamente. Neste domingo, 11, ele revelou que não desistirá do showmício em apoio aos dois políticos de esquerda.

Em seu perfil no Instagram, Caetano avisou que já buscou o Judiciário na tentativa de reverter a decisão. Ontem, o juiz Leandro Figueira Martins, da Justiça Eleitoral do Rio Grande do Sul, acatou o pedido de Gustavo Paim (PP), rival de Manuela na corrida pela prefeitura da capital gaúcha, e derrubou a transmissão programada para o dia 7 de novembro. O magistrado também ordenou a retirada do ar das peças promocionais da live, o que não foi atendido.

Showmício?
Sobre a decisão da Justiça Eleitoral, Caetano tentou argumentar que o evento on-line que conduzirá em favor de Manuela e Boulos não poderia ser considerado como showmício. De acordo com o artista, essa definição não se aplica pelo simples fato de a live em questão ser em ambiente “fechado”, reservada apenas a quem previamente pagar o “ingresso” para acompanhar o palanque virtual.

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“Venda de ingressos para uma apresentação musical com a finalidade de arrecadação de recursos”

“Todo o processo tem sido executado com transparência e nos termos da lei. A venda de ingressos para uma apresentação musical com a finalidade de arrecadação de recursos é autorizada e não deve ser confundida com showmícios ou livemícios, que são vedados por serem a oferta de uma vantagem gratuita ao eleitor”, argumenta a equipe responsável pelas redes sociais de Caetano Veloso.

Revista Oeste

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