Comentário de Collor nas redes gera críticas e movimento #BloqueieoCollor

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Um comentário inapropriado feito pelo senador Fernando Collor (Pros-AL) no Twitter causou prejuízo na estratégia do parlamentar de conseguir a simpatia de parcela do eleitorado, por meio de ações nas redes sociais e conversas inusitadas com internautas. Nesta segunda-feira, o ex-presidente da República gerou polêmica ao responder a um tuíte de uma usuária. O movimento gerou a hashtag “#BloqueieoCollor”, que entrou para os trending topics do Twitter na tarde desta terça-feira.

Uma conta escreveu no Twitter: “Se eu reunisse as esferas do dragão, meu primeiro pedido seria pra Zambelli renunciar”. Em resposta, uma usuária comentou: “O meu seria Collor nunca ter sido presidente. Assim, meu pai estaria vivo, não teria se suicidado por ter seus bens confiscado (sic). O meu pedido era o meu pai vivo”.

Collor, cujo perfil não havia sido diretamente citado na conversa, respondeu ao tuíte: “Eu sinto muito pelo seu pai. Sei que foi uma medida muito dura na época. Gostaria de falar com alguém da família por telefone. É possível? Outra coisa, você fala muito em ser correta mas deixou uma empresa de pintura em Pernambuco com algumas irregularidades. Vou apresentá-las!”.

Centenas de contas no Twitter se mobilizaram para repudiar a resposta de Collor à internauta Flavia Magalhães — que se descreve na rede como “pernambucana, cidadã americana (…), conservadora e de direita” e gerou a hashtag “#BloqueieoCollor”.

Após a repercussão, Collor tentou se desculpar.

Flavia respondeu ao tuíte do ex-presidente dizendo: “Acho que vc está me confundindo com outra Flávia. Não tenho nada em Pernambuco. Não sei nem pintar o 7. Agora, o que deixei pra trás foi muitas lembranças e os ossos mortais do meu pai.” Na sequência, Collor escreveu: “Olha Flávia, me desculpe se pareceu indelicado. Já conversamos por aqui em outras oportunidades, inclusive quando você falou que esteve na minha casa. Eu realmente sinto muito por seu pai. A única intenção de falar era para pedir desculpas. É o mínimo que podia ser feito.”

G1

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