Contrariando Bolsonaro, Congresso deve insistir no Renda Brasil

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Apesar do presidente Jair Bolsonaro, na manhã desta terça-feira (15) no Planalto, proibir a palavra “Renda Brasil”, até 2022, o novo programa social que estava sendo desenhado pelo governo federal pode ressurgir no Congresso Nacional. Deputados e senadores aceleram o debate de projetos que ampliem o Bolsa Família.

Deputados articulam a votação de projetos para criação de uma renda mínima que, ainda que não seja universal, inclua mais brasileiros de baixa renda que o Bolsa Família, que hoje atende 14,3 milhões de famílias.

Ao jornal Folha de S. Paulo, o deputado Alessandro Molon (RJ), líder do PSB na Câmara diz que o partido deve apresentar um novo projeto para criar essa renda. “Renda mínima ou básica, o que não quer dizer universal”, afirmou. “Ou seja, nem todo mundo receberá, apenas uma parte da população, que necessite. Que parte é essa, a gente vai decidir.”

Mais cedo, Bolsonaro disse que acordou “surpreendido” na manhã desta terça-feira pelas notícias dos jornais, que informavam nas manchetes sobre os planos da equipe econômica.

O presidente declarou que “jamais” vai “tirar dinheiro dos pobres para dar aos paupérrimos”. Ele ainda afirmou que daria “um cartão vermelho” para quem propusesse tais medidas.

Gazeta Brasil

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