CPMI: A INQUISIÇÃO DA CENSURA. O TRIBUNAL DE EXCEÇÃO” DA FAKE NEWS

COMPARTILHA

Foi instalada uma CPMI – Comissão Parlamentar Mista de Inquérito – no dia 04/09/2019 para investigar o uso de fake news nas eleições de 2018, vencidas legitimamente pelo Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, A comissão foi proposta pelo deputado Alexandre Leite (DEM-SP) e reuniu assinaturas de 276 deputados e 48 senadores.

Composta por 15 senadores e 15 deputados (e igual número de suplentes), a CPI mista terá 180 dias para investigar a criação de perfis falsos que visavam influenciar as eleições do ano passado e ataques cibernéticos contra a democracia e o debate público. A prática de cyberbullying contra autoridades e cidadãos vulneráveis. A princípio também será investigada pelo colegiado, o aliciamento de crianças para o cometimento de crimes de ódio e suicídio.

Após a instalação foi definido o senador Angelo Coronel (PSD) como presidente dessa CMPI, o qual foi alvo de duras críticas nas redes sociais após ameaçar um perfil no Twiter. Essa Comissão está sendo relatada pela deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA), também opositora ao presidente Bolsonaro e simpatizante da neutralização das redes sociais, o que leva muitos parlamentares e especialistas do assunto a comentar que já foi desvirtuada.

Vale esclarecer que dos 96 requerimentos aprovados, 84 são de integrantes de partidos de oposição, como PT, PDT e PSB. A lista inclui representantes do WhatsApp, Google, Twitter, YouTube, Instagram, Facebook e Telegram, Claro, Nextel, Oi, Tim e Vivo, além das empresas AM4, CA Ponte, Croc Services, Deep Marketing, Enviawhatsapp, Kiplix, Quickmobile, SMS Market e Yacows.

Vários parlamentares aliados do governo e que acompanham os trabalhos da comissão afirmam que estão usando a estratégia dos globalistas, sobretudo com o objetivo de derrubar o Presidente Bolsonaro. Criam apenas narrativas sem provas e tentam acusar que nas eleições presidenciais houve trabalho pago de “milícias digitais”.

Outro objetivo polêmico da CPMI, é a apuração do que chamam de “prática de cyberbullying contra autoridades e cidadãos vulneráveis”, o que tem sido visto como uma reação às críticas de movimentos sociais. Os convidados a depor são aqueles mais criticados por suas práticas nada republicanas.

A narrativa chula no depoimento do Deputado Alexandre Frota chamou atenção para como tem sido levado o nível dessa comissão e sinalizou para uma prática reiterada dos opositores do Bolsonaro. Não aceitou prestar juramento, apenas se prestou em atacar sem provas o Presidente Bolsonaro, seus filhos e colegas de parlamento, além de levar como documento para a comissão parlamentar um perfil do Olavo de Carvalho tido como falso. Com esse tipo de conduta foi literalmente ridicularizado e repudiado nas redes sociais pela população e por boa parte da imprensa.

Ainda dentro das aberrações e repudio da sociedade patriota, também será depoente o jornalista americano Glen Greenwald, companheiro do Deputado Federal, David Miranda (PSOL), suplente do também psolista Jean Wyllys. Ele só assumiu a cadeira de Wyllys depois que o deputado decidiu deixar o Brasil alegando ameaças de morte. Ao substituir o ex-BBB na Câmara, Miranda deixou claro em seu perfil no Twitter que seguia a mesma linha ideológica e daria continuidade aos projetos de Jean, lembrando que essa pessoa nutre verdadeiro ódio pelo antigo colega de parlamento, chegando a ataca-lo com uma cuspida.

Sem nenhuma ilação o site The Intercept é campeão das fake News, publicou conversas supostamente “vazadas” entre procuradores da Operação Lava Jato e o ex-juiz Sérgio Moro, hoje Ministro da Justiça no governo Bolsonaro. Greenwald foi acusado de ativismo político partidário quando tentou anular a Lava Jato e derrubar o Ministro Moro com seus “vazamentos”.

Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, o jornalista sem nenhum constrangimento defendeu o ex-presidente condenado e preso em Curitiba, Luiz Inácio Lula da Silva (PT); e afirmou que diante de suas denúncias contra o Moro e os procuradores da Operação, Lula deveria estar livre.

Cumpre registrar que foi retirado da composição, pelo Presidente dessa CPMI, dois deputados aliados ao Presidente, a deputada federal Caroline De Toni (PSL-SC) e o deputado Filipe Barros (PSL-PR), sendo que estes comporiam uma importante representação, o que tornou essa comissão ainda mais “manca”.

A deputada federal De Toni (PSL-SC), falou de maneira enfática e muito segura sobre a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da fake news. A deputada apontou como sendo “CENSURA” e um “TRIBUNAL DE EXCEÇÃO” contra Bolsonaro. A CPMI já foi alvo de críticas por, supostamente, promover o revanchismo do chamado “Centrão” contra integrantes do governo Bolsonaro.

Para a parlamentar, a primeira reunião da comissão confirmou a suspeita de que essa seria meramente usada como um instrumento de censura contra os críticos do Congresso, querem é calar de alguma maneira àqueles que os “incomodam” de alguma forma.

São as narrativas usadas pela esquerda, especialmente o modus operandi do PT, sendo que este sempre tentou impor uma forma de controle e censura da voz do povo. Eles veem nos grupos sociais um obstáculo ao seu plano de poder. Atualmente o que mais incomoda é justamente o fato da internet ser democrática, levar a informação rápida e diminuir sensivelmente o controle das massas.

A NEUTRALIDADE da rede nos EUA foi criada pelo partido de esquerda (Democratas) com o falso discurso de internet igual para todos. Foi amplamente defendida nos governos do Partido Democrata (esquerdista) de Bill Clinton e Barack Obama, sempre com uma justificativa de nome bonito, mas tendo como objeto uma coisa feia, com o discurso de falsa democracia, de que todos os provedores devem oferecer a mesma velocidade e criar uma agencia regulatória. Argumento que é um simples pretexto para criar uma forma do governo disciplinar e controlar a internet.

É importante lembrar que o atual presidente americano Donald John Trump, eleito pelo partido conservador (Republicano) conseguiu combater e com muita resistência da esquerda derrubar esse controle, no início de seu mandato.

Fácil perceber que a neutralidade da rede significa neutralizar os usuários, que passam a ser induzidos por uma falsa liberdade. A população passa a ser calada facilmente manipulada pelas grandes mídias “canhotas”.

É importante apontar que o Dr Taiguara Fernandes, advogado, jornalista e palestrante, em 22/10/2019 fez uma live em seu canal de YouTube e no Instagram, muito esclarecedora. Em sua live ele explicou detalhadamente, com exposição de fatos e documentos que comprovam que a narrativa de “robôs” e “milícias digitais”, sustentada pela CPMI das Fake News é, na verdade, “uma estratégia globalista já definida há mais de um ano, em órgãos burocráticos internacionais, por pessoas com alguma ligação ao megainvestidor George Soros”.

Essa neutralidade entrou no Brasil em 2014 pela lei 12.965 no governo Dilma Rousseff, quando criou o chamado “Marco Civil da Internet”, que tem como princípio a garantia da disciplina, podendo ser atribuído através de decreto a neutralidade da rede, ou seja, dava poderes ao Presidente da República, de Regulamentação para criar um órgão burocrático para disciplinar o uso da internet.

Dilma Rousseff depois de dois anos, sem nenhuma cerimônia, decidiu usar pela primeira vez esse recurso, justamente na véspera do seu impeachment, por meio de um decreto para regulamentar as atribuições do comitê gestor na internet.

A lei criada como sendo isonômica e revestida de democracia, perigosamente remetia à regulamentação por meio de decreto: uma forma ditatorial de dar legitimação a uma ordem burocrática materializada pelo o comitê gestor, que tem todo o poder de investigar, controlar e disciplinar o uso da internet no Brasil.

Em seu estudo o Dr. Taiguara aponta que o CGI (Comitê Gestor da Internet), promoveu um seminário chamado Internet, Desinformação e Democracia. Esse seminário realizado em 24 de julho de 2019, se deu para discutir proposta da desinformação para combater o uso das redes sociais, por entenderem que “a internet produz efeitos nefastos”, era uma prévia do mesmo tema do objeto da CPMI que foi instalada um mês depois.

A narrativa vem sob a afirmação de existirem “robôs” e “milícias digitais”, a CPMI das Fake News apenas obedece a documentos oficiais produzidos por globalistas há mais de um ano, mas sobretudo parece ter sido instaurada para derrubar o presidente e prender os conservadores.

Vale grifar que o Dr. Taiguara em sua live faz um importante alerta, afirma que o documento dos globalistas que ele apresentou provas, é de “um verdadeiro manual de como criar um discurso oficial permitido e excluir tudo o mais sob o argumento de que se trata de ‘desinformação’ ou ‘fake news”.

Segundo Dr. Taiguara essa estratégia é chamada de “espiral do silêncio”, que estará apenas fantasiada de liberdade, os assuntos somente serão permitidos se estiverem previamente autorizados pelo “órgão censor” e os que não estiverem autorizados serão colocados como um discurso clandestino ou silenciado como mentiroso. Passaremos a ser absolutamente manipulados e censurados.

A situação é muito séria e deve ser acompanhada muito de perto, mas o mais assombroso é quando pede atenção, pois: “é desse manual globalista que vem a narrativa atualmente utilizada contra Bolsonaro no Brasil, sob o uso de “robôs” e “milícias digitais pagas”. Essa narrativa não é original: já veio pronta, de cima, e está sendo internalizada no Brasil. ”

A prova cabal disso e o mais temeroso e que deve ser denunciado é, sobretudo, que esse alerta vem corroborar e ratificar as palavras da Deputada De Toni, de que já está havendo uma tentativa de censura e instaurada em um fatídico tribunal de exceção para derrubar um governo legitimo e amado pelo seu povo, que trabalhou gratuitamente em sua eleição e que é chamado por esses parlamentares da política “rança” de robôs e milícias digitais.

O jornalista Allan dos Santos, um dos fundadores do Terça Livre, nesta terça-feira (5), encara a comissão e depõe com a tranquilidade dos justos. Ressaltando que faltando poucas horas para o depoimento, o canal oficial do TL (Terça Livre TV) foi bloqueado, ficando impedido de fazer transmissões ao vivo, até que a conta se restabeleça será utilizado o canal reserva.

O povo está atentamente acompanhando em tempo real a esse depoimento e assiste a um verdadeiro palco de horrores; testemunha um atentado à democracia e fere frontalmente a liberdade jornalística de expressão e comunicação. O despreparo e a parcialidade do presidente e da relatora da comissão é de saltar os olhos.

A lição que fica para todos: seja de esquerda, de centro ou de direita é de que a internet se antecipou e a velha política comeu poeira. Em questão de minutos podem ser escancarados para o mundo, os maus feitos dos péssimos políticos, inclusive como estamos assistindo nessa CPMI.

A nova fase da política cibernética não precisa mais de quantias vultuosas do dinheiro público para se eleger, levou um conservador com recursos escassos, mas com muita sabedoria para o governo. Ele apenas soube usar da melhor forma o recurso que estava ali à disposição, e isso os opositores de plantão vão ter que engolir e aprender que não se vence uma guerra somente com facas ou armas potentes. Vence-se especialmente com estratégia e inteligência. O povo brasileiro cansado de uma política corrupta e sem escrúpulos, se uniu por meio das redes sociais para pôr fim aos desmandos “canhotos” e colocou no poder um político que se alinha com seu discurso patriótico.

Acássia Jaira Serrano Linhares

Advogada

COMPARTILHA