Era só o que faltava: Curador do QueerMuseu defende ‘Golden Shower’ como ‘arte transgressora’

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E lá vamos nós fazer mais uma nota sobre o horripilante caso do ‘Golden Shower’ público feito no Carnaval e publicado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Como se não bastasse a imagem nojenta: um rapaz, que não se identifica com nenhum gênero, introduz dedos em seu ânus, e depois abaixa a cabeça para molhar seus cabelos na urina de outro, parte da imprensa deu destaque ao caso, entrevistado-o e publicando que, nas palavras deles, se tratava de uma ‘performance artística’. Ainda ficamos sabendo que o mesmo rapaz havia defecado no chão momentos antes como parte dessa ‘arte’.

Agora quem aparece para comentar sobre o tema? Gaudencio Fidelis, o curador do QueerMuseu, aquela exposição feita em 2017 em Porto Alegre que mostrava pornografia para crianças. Uma dos quadros na exposição era um homem sendo ejaculado no rosto. O caso gerou revolta, fazendo com que o banco Santander, que patrocinava o QueerMuseu através da lei Rouanet, recuasse e cancelasse o patrocínio.

Pois bem: Guadêncio Fidelis, que mais tarde seria candidato do PT para deputado federal – e perdeu – agora volta à cena comentando sobre os ‘artistas’ mijões e cagões.

Em um post no Facebook, um rapaz chamado Robson Lucas de Oliveira, aparentemente amigo de Gaudêncio, publica:

“Quando afirmei que o nosso papel era defender o golden shower, pois era a mesmíssima situação do Santander Cultural e do MAM, choveu de esquerdistas da TFP no meu perfil negando que aquilo fosse uma performance artística. Hoje sai uma reportagem na Folha entrevistando o performer, que estressa o caráter político do ato e confirma o que eu tinha dito, e o que faz o gado? Passa a defender a performance e a ver nele um grande significado político… Às vezes chego a pensar que sou a única pessoa lúcida na esquerda nacional.”

O próprio Gaudêncio Fidelis aparece no post comentando o link da matéria da Folha citada. Robson questiona: “Com uma esquerda dessas, puritana e carola, quem precisa da direita, não é mesmo meu caro Gaudêncio Fidelis?” Gaudêncio responde:

“Creio que faltou o entendimento de que uma vez que o Presidente da República fez um post como aquele, nos termos que fez, toda e qualquer obscenidade que pudesse existir foi retirada da imagem do vídeo e transferida para o ato administrativo do Presidente mesmo porque ele o fez em caráter oficial e invocou inclusive prioridade de políticas (carnaval versus outras). Além disso o carnaval comporta e deve ser concebido como um espaço de transgressão, então o julgamento moral que foi feito tem que incidir sobre a má intenção (mentirosa inclusive) por trás de um post como o que ele fez.”

MBL NEWS


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