Escola de samba que homenageou Marielle tem o presidente preso e envolvimento com bicheiros e milícias

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A escola de samba Mangueira resolveu homenagear Marielle Franco, a vereadora socialista morta no Rio. E conforme explica Rodrigo Constantino em seu artigo na Gazeta do Povo, “A moça foi canonizada pela imprensa.

Mulher, negra, lésbica, assassinada de forma terrível: um pacote irresistível demais, desde que seja também… socialista”. Acontece que, nem sempre as coisas são o que parecem ser, e por vezes, muito fica escondido e passa despercebido pelos olhos do público.

Carlos Andreazza, explica no O Globo, que “Marielle foi exterminada pelo escritório do crime, braço matador da milícia criado para servir às necessidades facínoras de bicheiros e políticos”, e por fim dá o veredito “Mangueira é a escola onde havia passagem secreta para trânsito de traficantes.

Seu presidente, deputado, está preso, agente no esquema que sequestrou o Rio. A Liesa é dos bicheiros, os que usam o escritório do crime, das milícias. Esse conjunto celebrou Marielle. Emocionante.”

O presidente em questão é Chiquinho da Mangueira, preso na Operação Furna da Onça. As investigações apontam que Chiquinho recebeu R$ 3 milhões em propina, e foi delatado pelo operador de Sergio Cabral.

Com informações da Gazeta do Povo, da Folha e do O Globo.


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