Esquerda não quer crianças trabalhando pois esta é a “cura” do esquerdismo: trabalhar

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Quando, ao falar de trabalho infantil, imaginamos uma situação de escravidão, com crianças cumprindo turnos de 12 horas em uma carvoaria, percebemos o quanto a doutrinação socialista está entranhada em nosso imaginário.

TRABALHO NÃO É EXPLORAÇÃO.

Eu sei que explicar isso para um esquerdista, que não é muito fã do “batente”, pode ser complicado. Mas para alguém com o mínimo de raciocínio, é ridiculamente simples.

Entre as pessoas com mais de 40 anos, é absolutamente comum encontrarmos quem começou a trabalhar com bem pouca idade. E não estou falando só de casos de necessidade. Muitos ajudavam em negócios da própria família, como forma de aprender responsabilidade e o valor do dinheiro.

Nas últimas décadas, por proibição do “papai Estado”, essa cultura acabou. O único ramo que ainda contrata menores é o crime organizado. Curiosamente, os fiscais não vão até as bocas de fumo, ver se os moleques estão usando EPI´s ou têm a carteira assinada.

Em compensação, coloque seu filho de 12 anos, para te ajudar no seu comércio, depois da aula, para você ver o que te acontece.

Some isso à cultura academicista, que considera inferior qualquer atividade que não seja intelectual, e o resultado é a geração “nem-nem”. Marmanjos que não aprenderam um ofício e foram empurrados para a universidade. Terminam formados em alguma área de ciências humanas, sem colocação no mercado, produzindo muito material de protesto e nenhum meio de sustento.

Lembro que, quando criança, adorava ir para o hotel do meu avô. Ainda era muito novo para fazer qualquer coisa, mas escalava os sacos de arroz, no almoxarifado, e ficava sentado lá em cima, vendo como tudo funcionava. Até hoje, lembro até do cheiro daquele lugar. É de lá, alias, o único registro que tenho na minha carteira de trabalho, como menor aprendiz. Foi lá, também, que eu descobri o que eu queria fazer, pelo resto da minha vida.

Vale lembrar que, mesmo sendo um negócio familiar, não fui colocado na gerência. Ao contrário. Envasava produtos de limpeza, que eram comprados em galões, para enviar para a equipe de arrumadeiras; Cobria horário de refeições na portaria; Me pendurava em escadas e janelas para instalar decoração de natal; Ia no banco enfrentar fila e no mercado fazer compras…

Honestamente, não consigo imaginar uma outra forma de crescer. Aquilo era ótimo. Muito melhor do que empinar pipa.

Eu, particularmente, adorarei ter a minha filha trabalhando ao meu lado, tão logo tiver idade para executar as tarefas mais simples. Afinal, no futuro, é a pessoa de maior confiança que eu posso escolher, para continuar qualquer coisa que eu tenha construído (e que, no fim, será dela).

A esquerda não quer “preservar as crianças”. Quer apenas criar cidadãos sem o HÁBITO de trabalhar, assim como faz com a família e a religião. Afinal é esse o tripé da sociedade capitalista e é exatamente essa a “cura” para o esquerdismo.

“Quero dar a meus filhos bastante dinheiro para que possam fazer o que quiserem, mas não dinheiro o bastante para que não façam nada.” (BUFFETT, Warren)

Felipe Fiamenghi

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