Explicado o “sumiço” de Davi: PF no Amapá esbarra em negócios de primo de Davi

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As Operações da Polícia Federal durante o decorrer da semana passada chegaram ao Amapá, berço político do presidente do senado Davi Alcolumbre.

A PF efetivou investigações de gastos com a pandemia do Covid-19 na prefeitura de Macapá, administrada por Clésio Lins, aliado do presidente do senado.

Numa outra operação, a PF apura a ocultação de multas aplicadas a uma empresa de postos de combustíveis.

Estranhamente, durante essas operações, Davi Alcolumbre desapareceu do senado. Sumiu. Não foi mais visto. E, assim, injustificadamente, deixou de presidir as três sessões realizadas no período.

A assessoria de Alcolumbre alegou que ele permaneceu em Brasília tratando de problemas pessoais.

Pelo visto, problemas bem pessoais e que podem ter atingido em cheio a sua própria família.

As investigações da PF teriam esbarrado em negócios de um dileto primo de Davi, o empresário Salomão Alcolumbre Júnior.

Se é que me entende…

O Antagonista

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