Há 75 anos, garotos de 20 anos desembarcavam na Normandia, debaixo de fogo inimigo, e mudavam o mundo. Hoje moram com os pais aos 35 anos de idade….

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Mal tinham começado a fazer as barbas e derrotavam a, então, maior ameaça que a humanidade já havia conhecido. Alguns deles, com o custo das próprias vidas.

Suas mulheres, que ficaram em casa, cuidavam de filhos e cumpriam a jornada de trabalho dos homens que foram às trincheiras. Foi a guerra, não o feminismo, que colocou-as no mercado de trabalho. Não existe militância melhor do que a necessidade.

Crianças de 2, 3, 5 anos, muitas que cresceram sem conhecer os pais tombados em combate, viviam o racionamento de TUDO. Foram obrigados a começar cedo, muito cedo, a ajudar no sustento das casas.

Se olharmos para essas pessoas, que hoje têm entre 70 e 90 anos, veremos a maior geração de vencedores da humanidade. Cresceram em meio a todas as dificuldades. A maioria não teve oportunidade de estudo e grande parte sequer tinha comida.

Ainda assim, MUITOS deles construíram fortunas, famílias unidas, casamentos sólidos. Esses heróis de cabeça branca fizeram a sociedade como conhecemos.

Hoje, temos marmanjos de 35 anos morando com os pais, cuidando de suas volumosas barbas com bálsamos vitaminados, indo trabalhar com bicicletas eco-friendly, usando camisetas de cânhamo e preocupados com a preservação dos ovos de tartaruga. São “pais de Pet”, veganos, que condenam ferozmente a caça às focas canadenses, mas militam pelo “direito” ao aborto.

Uma geração que se diz comprometida com a liberdade, mas exige que o papai Estado criminalize tudo aquilo que lhes contradiz. Bundões, chorões, birrentos. Um bando de mimados, que esperneiam para ter “direitos”, mas recusam-se a qualquer “dever”.

Imagino o que escreverão de nós, depois de 7 décadas.

Maldita geração “floco de neve”.

Tempos difíceis criam homens fortes; Homens Fortes criam tempos bons; Tempos bons criam homens fracos; Homens fracos criam tempos difíceis.” (Provérbio Oriental).

Felipe Fiamenghi
Jornal da Cidade Online

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