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Jornalista petista tenta usar Marielle para lacrar e é lembrado que nunca se importou com ela antes

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Quase não me informo pela TV, então costumo ser poupado da diarréia verbal que hoje habita boa parte dos noticiários. No entanto, vez ou outra, jornalistas que por algum motivo ainda tem emprego, resolvem brindar a internet com suas demonstrações de virtude ostensiva.

O tal Pannunzio, pelo que já vi, é um ser bastante limitado culturalmente (limitado é eufemismo). Suas análises geralmente contém 90% de agressividade e 10% de informações que ele não entendeu. Em sua conta no twitter você pode acompanhá-lo utilizando o termo “nazista” no lugar da vírgula. Enfim, um esquerdista clássico dos dias atuais.

Pannunzio resolveu então aproveitar a morte da Marielle para dar uma cutucada no que ele chama de extrema-direita. Na própria mensagem ele faz a vitimização In Memoriam.

Mas uma busca aprofundada na conta do nosso jornalista indignado, mostra que ele NUNCA mencionou Marielle antes da morte dela. Apesar dele ter a conta desde 2009, Marielle, a quem ele tanto dispensa elogios e preocupação, nunca mereceu nem mesmo uma única frase de afeição por parte dele. Até que ela morreu. Desde então, sempre que pode ele ameaça a direita com o que ele chama de “fantasma da Marielle”

Convenhamos, ele não está sozinho nessa. A imensa maioria dos que adotaram a vereadora assassinada como mártir, nunca haviam ouvido falar nela. Até hoje não foi esclarecida a razão de sua morte, mas 100 entre cada 100 oportunistas a usam como símbolo de resistência. Ora, resistência a quem ou ao quê, se NINGUÉM sabe porque ela foi assassinada. Como resistir ao que não se sabe o que é?

Mas essa é a especialidade da esquerda, subir em cima dos corpos das vítimas de tragédias e utilizá-los como palco para seus discursos vitimistas e divisivos. Os fatos ficam pra depois.

Frederico Rodrigues

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