Mais de 30.000 presos foram liberados na pandemia, mas Sara Winter foi presa por “injúria e ameaça”, crimes de baixo potencial ofensivo

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Sara Fernanda Giromini, conhecida como Sara Winter, está presa desde segunda-feira, 15, tendo passado inclusive seu aniversário de 28 anos na prisão.

Nesta quinta-feira, Carmen Lúcia negou o habeas corpus impetrado pela defesa da ativista; e nesta sexta, Alexandre de Moraes prorrogou a prisão da bolsonarista, apesar de ser ela ameaçada de morte e ter filho pequeno.

Sara Winter foi presa no âmbito do nebuloso inquérito que investiga as manifestações bolsonaristas (chamadas de atos antidemocráticos pela mídia), uma “versão melhorada” do famigerado inquérito das fake news, visto que iniciado pela PGR, não pelo próprio STF.

Nesta quinta-feira, 18, a Justiça do Distrito Federal arquivou parcialmente o processo por entender que ela não cometeu crime contra a Segurança Nacional, apenas injúria e ameaça. O juiz ainda destacou que injúria e ameaça não ultrapassam dois anos de pena, de forma que o rito deve ser o do Juizado Especial Criminal Federal.

Sara Winter não participou da queima de fogos que teria simulado um bombardeio do STF e proferiu as supostas ameaças a Alexandre de Moraes no calor do momento, logo após ser alvo de busca e apreensão do inquérito ilegal das fake news, aos autos do qual seus advogados sequer haviam tido acesso.

Enquanto Sara está presa, Lula, Zé Dirceu e bandidos do PCC estão soltos.

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