Medo da morte mantém a boca de João Vaccari fechada

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Com longas sentenças condenatórias para cumprir, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto mantêm-se totalmente calado, emudecido e conformado.

É o silêncio que lhe garante a vida.

Preso há quatro anos, Vaccari completou 60 anos em outubro do ano passado e parece estar convencido de que irá passar o resto de sua vida no xilindró.

Em 2016, o ex-tesoureiro chegou a se movimentar no sentido de fazer uma delação premiada.

O alvo principal seria Dilma Rousseff.

Uma comitiva de petistas, comandada pelo ex-ministro Afonso Florence conseguiu convencê-lo. Ninguém sabe quais os argumentos utilizados.

Certa feita, dentro da cadeia, questionado sobre a questão da delação, o petista confessou o seu drama:

“Não posso delatar porque sou um fundador do partido. Se eu falar, entrego a alma do PT. E tem mais: o pessoal da CUT me mata assim que eu botar a cara na rua”.

Esse relato foi testemunhado por diversos outros presos. A revelação foi feita pela Revista Veja, em 2016.

O fato é que Vaccari optou por continuar vivo, mesmo preso.

Lívia Martins


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