Menina de 12 anos atira para se defender e algoz é tratado como “vítima”

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Uma pré adolescente de 12 anos se viu obrigada a atirar em um homem que invadiu a propriedade da família, um sítio em Alta Floresta (MT), que fica a cerca de 800 Km da capital, Cuiabá. O episódio aconteceu no último domingo (29).

Segundo a Polícia Militar, o invasor, de 27 anos, dizia ser garimpeiro e que trabalhava em um garimpo nos fundos da propriedade rural, onde a família da menina mora. Ele afirma também que havia ido à casa da jovem para tomar banho, pois conhece o pai da jovem, que não estava em casa no momento. A menina não teria autorizado a entrada e ainda assim ele entrou.

A jovem, temendo por sua integridade, pegou uma velha espingarda da família, uma Winchester 22 e disparou duas vezes contra o invasor, que fugiu.

Ainda de acordo com os policiais, um dos tiros acertou o pulmão e outro no braço do garimpeiro invasor. O invasor fugiu e foi procurar ajuda em um hospital da região, onde foi internado. A identidade e o estado de saúde não foi divulgado pelo hospital.

A polícia tentou localizar a jovem, mas ela teria fugido e não foi localizada. Se não fosse a sua coragem e habilidade com a arma, com certeza ela poderia ser mais uma nas estatísticas de violência contra a mulher.

Uma pena que a lei que permite a posse e o porte de armas ainda não foi sacramentada pelo Congresso, bem como o pacote anticrime, pois poderia inocentar pessoas em situação semelhante, que respondem por tentativa de homicídio contra o invasor.

OBSERVAÇÃO: Um fato curioso, é que a mídia esquerdista colocou a adolescente como o algoz e o invasor como vítima.

Everson Leal

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