MODELO TOP NA CADEIA: Fisiculturista é presa em operação contra o tráfico de drogas no RJ

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Até as 9h já foram cumpridos 39 mandados de prisão, sendo que 15 acusados já estão em presídios. Os outros 24 foram presos em casas no município de Itaperuna nesta terça-feira (4).

Uma fisiculturista acusada de ser fornecedora de drogas em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, foi presa na operação realizada pelas polícias Civil e Militar em conjunto com o Ministério Público do Rio de Janeiro na manhã desta terça-feira (4). Até as 9h já foram cumpridos 39 mandados de prisão.
Dos 39 mandados de prisão cumpridos, 15 foram de acusados que já estão em presídios de Bangu e de Magé. Os outros 24 foram presos em casas no município de Itaperuna.

Duas pessoas foram presas em flagrante com drogas. Ao todo, as equipes buscam cumprir 47 mandados de prisão, e 47 mandados de busca e apreensão e de prisão.

A fisiculturista Iara Silva, vice-campeã sul americana, foi presa no bairro Cachambi, na Zona Norte do Rio. Segundo a Polícia Civil, ela tinha envolvimento com o chefe do tráfico em Itaperuna e se tornou fornecedora de drogas da região.

Ainda de acordo com a polícia, ela financiava a categoria de fisiculturismo com o dinheiro do tráfico de drogas.
A operação Gólgota 2 atua em cerca de seis pontos da cidade do Noroeste. Cães farejadores também participam. A ação é uma continuação das investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do MPRJ, que também levaram à prisão de 11 pessoas em 2014 na Operação Gólgota.

Investigações apontam ‘estrutura empresarial’
De acordo com a denúncia feita pela Promotoria de Investigação Penal de Itaperuna em 2014, a quadrilha, ao longo do tempo, construiu “uma verdadeira estrutura empresarial, tendo como foco a divisão, ainda que flexível, de tarefas, em que cada membro desempenhava uma função essencial para o sucesso da empreitada”.

As investigações verificaram que muitos integrantes, mesmo estando presos, continuavam a exercer suas atividades, traficando entorpecentes tanto dentro das unidades prisionais quanto comandando operações do lado de fora.

O grupo também teria acesso a armas de fogo dos mais variados calibres e se beneficiava do uso de menores para desempenhar o tráfico de drogas. Os adolescentes, inclusive, faziam uso das redes sociais para comunicar suas atividades ilegais e reforçar seu vínculo com a organização criminosa, segundo as investigações.


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