Novo ataque da Folha novamente denota conduta ilibada de Moro e destrói tese de conluio com o MPF

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A Folha tornou-se a verdadeira casa da “Mãe Joana”, onde impera a desordem e cada um faz o que quer.

Recentemente reconheceu em editorial denominado O Caso Lulaque as mensagens trocadas entre o ex-juiz Sérgio Moro e procuradores da Operação Lava Jato não configuraram condutas ilícitas.

Todavia, a Folha prossegue promovendo um verdadeiro vandalismo jornalístico, vil e sem qualquer responsabilidade.

Em nova matéria publicada neste domingo (7), novamente com a utilização de mensagens roubadas, a deprimente publicação elabora um eloquente episódio para tentar novamente imputar ao ex-juiz uma conduta ilegal.

A matéria tenta demonstrar que a Lava Jato e o juiz Moro teriam atuado para expor dados sigilosos sobre Venezuela.

Puro sensacionalismo.

Uma análise mais apurada dos fatos, demonstra com absoluta clareza que Sérgio Moro agiu estritamente dentro da lei, com responsabilidade e precaução.

Por outro lado, a própria matéria da patética Folha, desmonta a tese de que teria havido conluio entre o juiz e o Ministério Público.

O site O Antagonista definiu isso com extrema precisão. Veja abaixo:

A Lava Jato não vazou documentos.

É isso que mostra a terceira reportagem da Folha de S. Paulo sobre as mensagens roubadas a Deltan Dallagnol.

Sergio Moro sugeriu tornar públicos – oficialmente – os relatos dos delatores da Odebrecht sobre os pagamentos de propina a Nicolás Maduro.

Deltan Dallagnol respondeu:

Concordo. Há umas limitações no acordo, então temos que ver como fazermos. Mais ainda, acho que é o caso de oferecer acusação aqui por lavagem internacional contra os responsáveis de lá se houver prova.

Haverá críticas e um preço, mas vale pagar para expor e contribuir com os venezuelanos.

No grupo da Lava Jato, os procuradores discutiram essa possibilidade:

Paulo Roberto Galvão: Mas pessoal, vamos refletir. Já tinha conversado com Orlando sobre isso. Vejam que uma guerra civil lá é possível e qq ação nossa pode levar a mais convulsão social e mais mortes (ainda que justa ou correta a ação). Lá não é Brasil.

Não estou dizendo que sim ou que não, apenas que precisa ser refletido.

Roberson Pozzobon: Caraaaaaca.

Orlando Martello: Pessoal, sobre Venezuela. Não dá para abrir simplesmente o que temos. Descumpriríamos o acordo. Não dá para arriscar um descumprimento de acordo, inclusive com consequências cíveis de nossa parte, bem como da União.

A discussão dos procuradores, portanto, foi sobre a divulgação legal dos documentos, para reagir ao arbítrio da ditadura venezuelana, que naquele mesmo dia havia destituído a procuradora-geral Luisa Ortega Díaz, anulando qualquer chance de investigação a respeito de Nicolás Maduro.

E qual foi o resultado final?

Os documentos não se tornaram públicos, apesar da mensagem de Sérgio Moro.

Para quem diz que o juiz mandava nos procuradores, é mais um tiro no pé.

Jornal da Cidade Online

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