O colunista da Folha e a estúpida tese de que a sociedade não ganha ao mandar corruptos para a cadeia

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Uma verdadeira afronta a sociedade.

Foi o que praticou neste terça-feira (19) o colunista Hélio Scwartsman, da Folha de S.Paulo, com a publicação de um artigo onde, com ares de ‘intelectual’, tem a pachorra de defender o argumento de que corruptos “são pessoas que não representam perigo físico a outros cidadãos” e “a sociedade não ganha nada” ao mandá-los para a cadeia.

Uma tolice desmedida e até ‘criminosa’.

O alcance do mal que o corrupto desencadeia vai muito mais além do que a simples lesão aos cofres públicos.

Ora, o corrupto rouba dinheiro de áreas como a saúde, segurança, educação, infraestrutura e, até mesmo, assistência social.

O prejuízo que a ação de pessoas, como Lula, Eduardo Cunha ou Aécio Neves causa, faz do corrupto um assassino com sangue nas mãos enlameadas pela corrupção.

Num momento em que a sociedade clama para que a corrupção seja tipificada como crime hediondo, aparece esse ‘neointelectual’ da Folha e expõe a tese esdrúxula e irresponsável de que a soltura do meliante Lula faz parte de uma ‘rota civilizacional’.

Só se for no caminho da absoluta putrefação da sociedade.

É lamentável e aterrorizante.

Veja abaixo a íntegra do artigo:

O colunista da Folha e a estúpida tese de que a sociedade não ganha ao mandar corruptos para a cadeia

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Jornal da Cidade Online

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