O que é essa tal “resistência” vermelho abóbora?

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O Brasil assiste hoje a um espetáculo deprimente protagonizado pelos pobres e estúpidos “resistentes”.

Ser da “resistência” virou modinha entre os improdutivos e insatisfeitos, acostumados às benesses que os governos anteriores lhes proporcionavam.

Hoje, esses mesmos “resistentes” são estimulados por uma mídia canalha que antes era financiada pelo dinheiro público, e que agora vê desaparecer uma preciosa fonte de recursos.

Mas ser “resistência” vai além de ser modinha. É também uma enorme incapacidade de colaborar com o país, e sobretudo uma demonstração de comodismo, pois a estupidez é mais confortável do que a lucidez. A estupidez não tem qualquer relação ou compromisso com a verdade, enquanto a lucidez é trabalhosa justamente pelo zelo com a mãe de todas as virtudes.

A “resistência” de hoje é diferente de oposição. A oposição é salutar, pois suscita a discussão e serve como contrapeso para dar equilíbrio à balança. Já isso que chamam de “resistência” é um movimento sórdido e antipatriótico que tem como principais características ou ingredientes a ignorância, a truculência, a mentira e a maledicência. Não há princípios e nem objetivos. Só resistir…
A “resistência”, levada por artistas ruins, falsos intelectuais e jornalistas factoides, sobe o monte de dejetos produzida por ela mesma e atinge o ápice da estupidez quando, estando à bordo de um barco fora de rumo chamado Brasil, e sem saber nadar e nem para onde nadaria se soubesse, torce para que o barco afunde, apenas porque a maioria da tripulação escolheu outro comandante, acreditando que esse novo comandante possa vir a navegar em linha reta e em rumo certo para um porto seguro.
É uma “resistência” capaz de criticar o vestido da esposa do Vice-Presidente, mas fechava os olhos quando Marisa Letícia usava o Airbus presidencial toda semana para ir fazer o cabelo em São Paulo, a um custo absurdo para o contribuinte.

É a mesma “resistência” desonesta que chama Bolsonaro de “nazista”, enquanto ele faz acordos de cooperação com os judeus, e no entanto pratica abertamente o anti-semitismo ao condenar esse acordo e a mudança da capital de Israel para Jerusalém.

É aquela que chama o Bolsonaro de “machista”, mas condena o fato de sua esposa ter tido a primazia de falar primeiro em seu discurso, e depois acusa Bolsonaro de “racista”, mas foi incapaz de reconhecer a vitória de um Deputado negro, apoiado por Bolsonaro.

O que estamos vendo não é uma resistência. É um estado de demência que foi cultivado em quase duas décadas de manipulação, doutrinação e alienação. É algo que se tivesse um mínimo de coragem e vergonha na cara, deveria resistir a si mesmo, e aproveitar a maré alta para fazer um afogamento coletivo como forma de protesto.

Aí sim o Brasil não teria tanta resistência ao avanço.

Marcelo Rates Quaranta

Fonte: Jornal da Cidade Online


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