Os ‘surfistas’ que pegaram carona na onda Bolsonaro: Bivar, Delegado Waldir, Joice, figuras fajutas e abjetas

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As manchas de cocô.

Quem mexe com excrementos, sempre está sujeito a um respingo.

Nunca acreditei nessa figura obscura do tal do Luciano Bivar.

Com suas madeixas desbotadas e com cor de água de salsicha, se me parece uma mistura de Mandrake com o Coringa e o Dick Vigarista.

Salpicado de obscuridade, é a dúvida em pessoa.

Não precisa ser especialista em humanidades para olhar e reconhecer um cambalacheiro aproveitador, que como todos do gênero, sabe ser esperto e sedutor, valendo-se sempre do oportunismo para ludibriar e lapidar seus trambiques, sempre perpetrados com subterfúgios próprios dos alpinistas políticos, sem obras e geralmente sem votos, sempre prontos para dar um golpe.

Temos pencas desses escroques na nossa história.

Outro em quem nunca botei fé, foi esse tal de delegado Waldir. Abjeto, boquirroto, um anônimo insignificante, que tal qual a bananeira, somente dará cacho uma vez.

Um blefador clássico, que busca sempre ludibriar o oponente, se portando como se tivesse mais jogo do que realmente tem. Mas não chega a convencer ninguém com seu ardil, pois como todo o enganador, desmorona como num castelo de cartas quando o jogo se põe na mesa.

É literalmente um malandrinho de rodoviária, embora – não tenho dúvidas – possa ser perigoso no submundo dos que não tem nada a perder e nenhum escrúpulo.

Por fim nos sobra a tal de Joice Hasselmann. Confesso que durante certo tempo, cheguei a crer no seu patriotismo. Mas qual o quê? É um mimetismo político. Parece ser o que efetivamente não é. E nunca foi.

Com todo o respeito, se desmontou tal qual uma “drag queen” no fim do espetáculo.

Extravagante, espalhafatosa, cheia de luzes e falsos brilhos, tal qual uma penteadeira de meretriz, surfou na onda e se elegeu Deputada. Mas é oca de pedra.

Bipolar, ensaia vozes, gestos, trejeitos, para fazer seus shows e encantar plateias. Mas no fundo é o que é, uma charlatã transformista que quer ser e se passar pelo que não é!

Esses três personagens são figuras fajutas, que surfaram e pegaram aquela carona na onda Bolsonaro (o legítimo que não solta as tiras) agora se entrincheiram contra o seu criador. Estiveram satélites. Foram espectros de líderes.

Não foram líderes. Brilharam como cometas. Pensam ser estrelas de primeira grandeza. Não passam de pombocas de pescadores de manjubas (ou “manjuvas”, como queiram).

Se morro de amores pelos guris de Bolsonaro? Não, não morro! Mas como cantam os Serranos na sua consagrada canção, e como se diz aqui no Sul, “saíram igualzitos ao pai”. E eu? Ah, na minha insignificância, sigo com eles. Para o que der e vier! Sabem por quê? Porque podes me dizer com quem andas, que eu vou te dizer se eu vou junto! Prefiro o não verdadeiro ao sim mentiroso.

Relho neles, Presidente!

E não esqueça da espora, das rédeas curtas e de apear esses malas da garupa!

O Brasil não quer esses fungos!

Deixe eles sentadinhos no meio-fio da história, como se fossem apêndices, que já-já eles vão precisar pedir passagem de volta.

Luiz Carlos Nemetz

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