Um “oceano” de vento: atos da esquerda levam poucos adeptos às ruas

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Nesta terça-feira (05) a esquerda havia marcado manifestações nacionais contra o presidente Jair Bolsonaro, contra a “ditadura”, pela cassação do deputado federal Eduardo Bolsonaro e pedindo por justiça para o caso da morte da vereadora carioca Marielle Franco e seu motorista, Anderson.

Os protestos tiveram pouco engajamento nas redes sociais e um número baixo de adeptos nas ruas. Um verdadeiro vexame.

Segundo a própria União Nacional dos Estudantes, a manifestação em São Paulo (SP), foi convocada para o MASP, na Avenida Paulista, e cerca de 10 mil pessoas estiveram presentes. Quase ninguém, em se considerando a população da cidade.

Os eventos foram organizados pela União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), o Levante da Juventude, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), entre outras instituições.

A esquerda brasileira não se cansa de acumular fracassos.

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