URGENTE: “não dê munição ao canalha!” diz Bolsonaro ao povo de bem do Brasil

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O presidente Jair Bolsonaro publicou um vídeo no Twitter na manhã deste sábado em que elogia o trabalho do ministro da Justiça, Sergio Moro, e, sem citar o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, solto na sexta-feira após o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubar a prisão de condenados em segunda instância, escreveu: ‘Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa”.

“Amantes da liberdade e do bem, somos a maioria. Não podemos cometer erros. Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa, se torna num bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos. Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa”, escreveu o presidente no Twitter.

Amantes da liberdade e do bem, somos a maioria. Não podemos cometer erros. Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa, se torna num bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos. Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa.

— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) November 9, 2019
No vídeo compartilhado em seu perfil, o presidente diz que deve parte de sua eleição ao ministro da Justiça.

“Ele não poderia se aproximar de políticos, não poderia ter um partido, como não teve e não tinha. Ele estava cumprindo a sua missão. Se essa missão dele não fosse bem cumprida, eu também não estaria aqui. Então, parte do que acontece na política do Brasil devemos ao Sérgio Moro. Se for comparara uma corrente, o elo mais forte dessa corrente”, diz.

Após a publicação do presidente, Moro também foi às redes sociais. Ele lamenta o entedimento do Supremo de rever a prisão de condenados em segunda instância, mas diz que a decisão deve ser respeitada.

“Lutar pela Justiça e pela segurança pública não é tarefa fácil. Previsíveis vitórias e revezes. Preferimos a primeira e lamentamos a segunda, mas nunca desistiremos. A decisão do STF deve ser respeitada, mas pode ser alterada, como o próprio Min. Toffoli, reconheceu, pelo Congresso”.

G1

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