VÍDEO HORROR: A fala do arcebispo e o plano maléfico de desinformação da Teologia da Libertação

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Eu fiquei horrorizado com o que o Arcebispo Dom Orlando Brandes disse neste sábado (12), na homilia na missa em Aparecida, que “a Direita é violenta e injusta”, e mais outros absurdos, mas consigo enxergar que ele não fala pela Igreja Católica.

Se hoje a Igreja prega a criação de um sínodo com ecossocialismo pagão, zomba e profana a fé cristã, é unicamente por causa da Teologia da Libertação.

Durante a Guerra Fria, a partir dos anos 50, a URSS, para espalhar o comunismo pelos países que depois integraram o Bloco do Leste, precisava enfraquecer – e, quiçá, exterminar – a Igreja Católica, que, com seus valores cristãos, era uma barreira para a implantação do regime marxista.

Assim, padres e bispos poloneses, tchecos, romenos, húngaros, búlgaros, e de outros países do Leste Europeu, foram perseguidos e mortos, e Igrejas, fechadas.

Através de um grande serviço de DESINFORMAÇÃO soviético, passou-se a ideia, para a população daqueles países, que a Igreja era “simpatizante do nazismo”, que tinha sido recém-exterminado por Stálin e seus aliados.

O próprio Papa Pio XII, que havia sido um combatente ferrenho do nazismo, foi “reenquadrado” pela desinformação comunista, e aquele Santo Padre, responsável por salvar milhares de judeus, durante a Guerra, passou a ser visto como “simpatizante nazista”.

A América Latina obviamente não sofreu o comunismo do Leste Europeu, sob a mão pesada dos russos. Mas os líderes mundiais socialistas tinham aqui na região um vasto campo para a implantação do “novo socialismo”, repaginado.

Para tanto, era necessário, tal qual na Europa, diminuir a influência da Igreja Católica na região, com a infiltração de “agentes de transformação” no seio da Igreja.

O pomposo nome de “teologia da libertação” é, na verdade, um plano maléfico de DESINFORMAÇÃO comunista para minar a Igreja por dentro e enfraquecê-la, considerando que é incompatível a coexistência de um mundo socialista onde exista a fé cristã.

Guillermo Federico Piacesi Ramos

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